Pedro Perim é nutricionista, mestre pela Faculdade de Medicina da USP e autor de dezenas de artigos científicos publicados internacionalmente.
É membro do American College of Sports Medicine, fundador da P2 Nutrition Academy e da Clínica PENS, e criador da Formação em Suplementação Inteligente — que já passou por todos os estados do Brasil e formou centenas de nutricionistas.
Ele construiu a Imersão Suplementação em Exames Laboratoriais pra mostrar o que interpretar exame isolado esconde: como transformar cada resultado em decisão clínica de verdade.

A dieta está montada. A suplementação, prescrita. O paciente até se esforça.
Mas a evolução não vem como deveria. E você fica com aquela pergunta sem resposta: o que está faltando?
Na maioria das vezes, a resposta já estava ali, no exame que ele te entregou.
Não em um marcador gritando alterado. Mas na conexão entre eles — que passa despercebida quando você olha um resultado de cada vez.
O que trava a evolução do paciente raramente é o que você não fez. É o que o exame te mostrou e você não foi ensinado a enxergar.
O problema nunca foi ler o exame, foi saber o que fazer quando eles não conversam entre si.
As principais razões pelas quais você ainda interpreta no escuro:
Cada exame numa caixinha, com sua faixa de referência. Ninguém mostrou o que acontece quando você coloca um resultado ao lado do outro.
Você aprendeu a identificar o que está alterado. Mas a ponte entre o resultado e a suplementação ficou faltando.
Você sai sabendo o que é “normal” e o que é “alterado”. Mas o paciente real quase nunca cabe na tabela, e aí você fica no improviso.
Como ferritina muda de significado ao lado do hemograma. Como glicemia e insulina só fazem sentido juntas. Como um valor “normal” pode ser um alerta dependendo do resto.
Enquanto você olhar cada exame isolado, o número vai continuar dizendo pouco.
Um exame é uma coleção de pistas, e essas pistas conversam entre si.
A ferritina conversa com o hemograma. A glicemia conversa com a insulina. Os triglicerídeos conversam com o HDL. A PCR conversa com o contexto metabólico inteiro. E os marcadores nutricionais conversam com os sintomas que a paciente trouxe pra consulta.
Um resultado que parece “normal” isolado pode ganhar outro significado quando você o coloca ao lado do próximo.
A prática clínica fica mais interessante quando você para de ver exames como números soltos e começa a enxergá-los como uma rede de informações.
É aí que mora o raciocínio clínico.
E é exatamente isso que você vai aprender a fazer.
A diferença entre interpretar exame e construir conduta não está em decorar mais valores de referência. Está em ter um caminho claro para transformar resultado laboratorial em decisão clínica. É esse caminho que você vai aprender na Imersão:
Quem é o paciente por trás daquele exame? Idade, momento fisiológico, sintomas, objetivo. O mesmo número significa coisas diferentes em corpos diferentes.
Quais marcadores precisam ser lidos juntos? Ferritina com hemograma, glicemia com insulina, lipídios com inflamação. O cruzamento revela o que o valor isolado esconde.
O que exames, sinais, sintomas e história clínica estão mostrando quando você junta tudo? Aqui a hipótese clínica começa a se formar.
Qual estratégia nutricional e de suplementação faz sentido para esse cenário? Do raciocínio à conduta: dose, composto, timing.
Quando e como acompanhar a resposta? Quais exames repetir e em quanto tempo para saber se a conduta está funcionando.
Quando você tem um método, o exame deixa de ser uma confusão e vira um mapa.
Você vai aprender a usar exames nas situações que aparecem toda semana na sua frente:
Quais alterações ajudam a explicar uma resposta abaixo do esperado?
Como interpretar marcadores de micronutrientes dentro do contexto completo do paciente, não isolados?
Como o momento fisiológico e o contexto hormonal mudam a sua leitura do mesmo exame?
Quais marcadores merecem atenção antes, durante e depois do uso dos análogos?
O que investigar nos exames quando o paciente começa a recuperar o peso perdido?
Como correlacionar glicemia, insulina, lipídios e inflamação para enxergar o quadro completo?
Quais marcadores nutricionais e metabólicos podem ser relevantes numa avaliação mais ampla?
Não é teoria sobre exames. É exame conectado ao caso real que senta na sua frente.
O Método 5C aplicado caso a caso, com tempo real para perguntas.
O material sai das aulas, montado junto com você, pronto para usar na semana seguinte.
Você acompanha o raciocínio do exame à conduta, não só a conclusão.
Formato pensado para fixar o raciocínio, não para consumo passivo.
Registro da sua presença no evento.
Para trocar durante e depois da Imersão.
Liberada imediatamente após a inscrição. Você não precisa esperar o evento para começar a aplicar. Assim que garantir sua vaga, já tem acesso a uma aula prática sobre um dos cenários que mais chega no consultório hoje.
No total, isso tudo vale R$ 521.
Mas a sua inscrição na Imersão sai por:
Oferta de lançamentoVagas limitadas · inscrições até 12 de setembro
Assista a aula bônus. Se sentir que o conteúdo não está elevando seu nível clínico de verdade, basta pedir o cancelamento em até 7 dias após a compra do ingresso.
Sem burocracia. Sem perguntas. O dinheiro volta.
O risco é todo meu. Você só precisa estar comigo no dia 16.
Atende pacientes que chegam com exames na mão e sente que poderia extrair mais deles
Sabe interpretar cada marcador isolado, mas trava na hora de cruzar tudo e transformar em conduta
Já fez pós, estudou bioquímica, e ainda sente falta do raciocínio que liga o exame à prescrição
Quer parar de interpretar exame por tabela e começar a pensar caso a caso
Atende pacientes em uso de análogos de GLP-1 e sabe que os exames deles pedem outra leitura
Sente que interpretar exames com segurança é o que falta para elevar sua conduta clínica
Se você se identifica com ao menos dois desses pontos, a Imersão foi feita para você.